Bíblia do Caminho Estudos Espíritas

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ESDE — Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita — Programa Fundamental

Módulo VII — Pluralidade dos Mundos Habitados

Roteiro 2


Elementos gerais do universo: matéria e espírito


Objetivo Geral: Possibilitar conhecimento a respeito da existência, da formação e das diversas categorias de mundos habitados.

Objetivo Específico: Explicar matéria e espírito, à luz do entendimento espírita.



CONTEÚDO BÁSICO


  • Há então dois elementos gerais do Universo: a matéria e o Espírito? Sim e acima de tudo Deus, o criador, o pai de todas as coisas. Deus, espírito e matéria constituem o princípio de tudo o que existe, a trindade universal. Mas, ao elemento material se tem que juntar o fluido universal, que desempenha o papel de intermediário entre o Espírito e a matéria propriamente dita, por demais grosseira para que o Espírito possa exercer ação sobre ela. Allan Kardec: O Livro dos Espíritos, questão 27.

  • A matéria é o laço que prende o Espírito; é o instrumento de que este se serve e sobre o qual, ao mesmo tempo, exerce sua ação. Allan Kardec: O Livro dos Espíritos, questão 22a.

  • O espírito [ou princípio inteligente] independe da matéria, ou é apenas uma propriedade desta, como as cores o são da luz e o som o é do ar?

    São distintos uma do outro; mas, a união do Espírito e da matéria é necessária para intelectualizar a matéria. Allan Kardec: O Livro dos Espíritos, questão 25.




SUGESTÕES DIDÁTICAS


Introdução:

  • Apresentar aos participantes dois cartazes ou transparências, contendo, respectivamente, as seguintes expressões:


PRINCÍPIO MATERIAL OU MATÉRIA PRINCÍPIO INTELIGENTE OU ESPÍRITO

  • Realizar breve exposição sobre o assunto, explicando aos participantes por que, em O Livro dos Espíritos, o vocábulo Espírito aparece, ora escrito em letra maiúscula, ora em minúscula.


Desenvolvimento:

  • Dividir a turma em dois grupos de estudo, orientando-os na realização das atividades que se seguem.

    Grupo 1

    a) Leitura dos subsídios deste roteiro item 1 (Formação da matéria);

    b) Troca de ideias sobre o assunto lido;

    c) Realização de uma síntese que explique o que é matéria ou elemento material, à luz do entendimento espírita.

    d) Apresentação da síntese, em plenário, por um colega indicado pelo grupo.

    Grupo 2

    a) Leitura dos subsídios deste roteiro, item 2 (Formação do princípio inteligente);

    b) Troca de ideias sobre o assunto lido;

    c) Realização de uma síntese que explique o que é princípio inteligente, à luz do entendimento espírita.

    d) Apresentação da síntese, em plenário, por um colega indicado pelo grupo.

  • Ouvir as apresentações dos relatores dos grupos, realizando as devidas correções, se necessário.


Conclusão:

  • Encerrar o assunto com apresentação, em cartaz ou transparência, do teor das questões 18 e 28 de O Livro dos Espíritos, as quais revelam, respectivamente: primeiro, que as nossas limitações evolutivas dificultam o real entendimento da origem e formação dos dois elementos gerais do Universo. Segundo, não nos basta o conhecimento científico sobre o princípio das coisas, sem que tenha ocorrido o aprimoramento moral do nosso Espírito, uma vez que Deus estabelece limites que não podem ser ultrapassados. O aprimoramento moral e intelectual propicia compreensão de tudo aquilo que, por enquanto, permanece oculto.


Avaliação:

  • O estudo será considerado satisfatório se os participantes elaborarem corretamente a síntese, explicando o que é espírito (princípio inteligente) e matéria (princípio material).


Técnica(s):

  • Exposição; trabalho em grupo com realização de síntese.


Recurso(s):

  • Cartaz ou projeção; subsídios deste roteiro; O Livro dos Espíritos.



 

SUBSÍDIOS


Ensina o Espiritismo que há dois elementos gerais no Universo: matéria e espírito e, […] acima de tudo Deus, o criador, o Pai de todas as coisas. Deus, espírito e matéria constituem o princípio de tudo o que existe, a trindade universal. (8) Importa considerar que o elemento geral espírito — escrito com e minúsculo, também chamado princípio inteligente do Universo, difere de Espírito (palavra escrita com E maiusculo), que designa a individualidade humana, dotada de razão. (Veja, a propósito, as questões 23 a 28 e 76 a 81 de O Livro dos Espíritos).


1. Formação da matéria

A matéria tem origem no fluido cósmico universal, também conhecido como éter ou matéria cósmica primitiva, conforme vimos no roteiro anterior deste módulo. (3) Sabemos também que nessa […] substância original, ao influxo do próprio Senhor Supremo, operam as Inteligências Divinas a Ele agregadas, em processo de comunhão indescritível, os grandes Devas da teologia hindu ou os Arcanjos da interpretação de variados templos religiosos, extraindo desse hálito espiritual os celeiros de energia com que constroem os sistemas da Imensidade, em serviço de Co-criação em plano maior, de conformidade com os desígnios do Todo-Misericordioso, que faz deles agentes orientadores da Criação Excelsa. (12)

Sob a orientação das Inteligências Superiores, congregam-se os átomos em colmeias imensas, e, sob a pressão, espiritualmente dirigida, de ondas eletromagnéticas, são controladamente reduzidas as áreas espaciais intra-atômicas, sem perda de movimento, para que se transformem na massa nuclear adensada, de que se esculpem os planetas, em cujo seio as mônadas celestes  n [princípio inteligente] encontrarão adequado berço ao desenvolvimento. (13) Temos, assim, a luz e o calor, que teoricamente classificamos entre as irradiações nascidas dos átomos supridos de energia. São estes que, excitados na íntima estrutura, despedem as ondas eletromagnéticas. Todavia, não obstante tatearmos com relativa segurança as realidades da matéria, definindo a natureza corpuscular do calor e da luz, e embora saibamos que outras oscilações eletromagnéticas se associam, insuspeitadas por nós, na vastidão universal, aquém do [espectro] infravermelho e além do ultravioleta, completamente fora da zona de nossas percepções, confessamos com humildade que não sabemos ainda, principalmente no que se refere à elaboração da luz, qual seja a força que provoca a agitação inteligente dos átomos, compelindo-os a produzir irradiações capazes de lançar ondas no Universo com a velocidade de 300.000 quilômetros por segundo, preferindo reconhecer, em toda parte, com a obrigação de estudarmos e progredirmos sempre, o hálito divino do Criador. (14)

Esse processo de Co-criação em plano maior resultou na produção de variados tipos de matéria no cosmos. Para se ter uma ideia da grandiosidade do processo, observamos que as nossas análises químicas apontam para a existência de cerca de um quarto de milhão de substâncias da Terra, que podem ser reduzidas, aproximadamente, como originárias de noventa elementos [naturais da tabela periódica]. (15) Na verdade, a atual tabela periódica é formada por cerca de 103 elementos químicos, sendo que os seus noventa primeiros elementos são classificados como de ocorrência natural no nosso planeta. As substâncias químicas restantes foram produzidas pela inteligência humana (veja anexo)

Emmanuel nos esclarece que […] a Química necessita apresentar essa divisão de elementos para a catalogação dos valores educativos, com vistas às investigações de natureza científica, no mundo; contudo, se na sua base estão os átomos, na mais vasta expressão de diversidade, mesmo assim tenderá sempre para a unidade substancial, em remontando com as verdades espirituais às suas fontes de origem. Aliás, em se tratando das individuações químicas [acrescenta o benfeitor], já conheceis que o hidrogênio, no quadro dos conhecimentos terrestres, é o elemento mais simples de todos. Seu átomo é a forma primordial da matéria planetária, constituindo-se do sistema absolutamente simplificado, porque composto de um só elétron, de onde partem as demais individuações no mecanismo evolutivo da matéria, em suas expressões rudimentares. (16)

Observando a matéria existente no nosso planeta, constatamos que […] não há o que pareça tão profundamente variado, nem tão essencialmente distinto como as diversas substâncias que compõem o mundo. Entre os objetos que a Arte ou a Natureza nos fazem passar diariamente ante o olhar, haverá duas que revelem perfeita identidade, ou, sequer, paridade de composição? Quanta dessemelhança, sob os aspectos da solidez, da compressibilidade, do peso e das múltiplas propriedades dos corpos, entre os gases atmosféricos e um filete de ouro entre a molécula aquosa da nuvem e a do mineral que forma a carcaça óssea do globo! que diversidade entre o tecido químico das variadas plantas que adornam o reino vegetal e o dos representantes não menos numerosos da animalidade na Terra! Entretanto, podemos estabelecer como princípio absoluto que todas as substâncias, conhecidas e desconhecidas, por mais dessemelhantes que pareçam, quer do ponto de vista da constituição íntima, quer pelo prisma de suas ações recíprocas, são, de fato, apenas modos diversos sob que a matéria se apresenta; variedades em que ela se transforma sob a direção das forças inumeráveis que a governam. (1)

Se se observa tão grande diversidade na matéria, é porque, sendo em número ilimitado as forças que hão presidido às suas transformações e as condições em que estas se produziram, também as várias combinações da matéria não podiam deixar de ser ilimitadas. Logo, quer a substância que se considere pertença aos fluidos propriamente ditos, isto é, aos corpos imponderáveis, quer revista os caracteres e as propriedades ordinárias da matéria, não há, em todo o Universo, senão uma única substância primitiva; o cosmo, ou matéria cósmica dos uranógrafos. (2)


2. Formação do princípio inteligente

Os Espíritos Orientadores da Codificação Espírita afirmam que não é fácil analisar a natureza íntima do espírito — aqui entendido como princípio inteligente — pela nossa linguagem, uma vez que esse princípio, mesmo sem representação inteligível para nós, significa alguma coisa para eles, Espíritos possuidores de esclarecimento superior. (4) Informam também que a inteligência é um atributo essencial do espírito, mas não é o próprio princípio inteligente, e que, devida a limitação dos nossos conhecimentos, podemos facilmente confundir o atributo com a causa. (5) Os Espíritos Orientadores afirmam que o espírito ou princípio inteligente, independe da matéria, sendo, ao contrário, distintos uma do outro. No entanto, informam que […] a união do espírito e da matéria é necessária para intelectualizar a matéria. (6) Refletindo a respeito, perguntamos: qual é o verdadeiro significado da expressão “intelectualizar a matéria?” Como é que uma matéria pode ser intelectualizada? Realizando uma pesquisa mais aprofundada, vimos que no original francês estar escrito “intelligenter la matière”, frase que Guillon Ribeiro traduziu por intelectualizar a matéria, uma vez que na nossa Língua não existe o verbo “inteligenciar”. Na verdade, também não existe o verbo “intelligenter” na Língua Francesa. Compreendemos então que os Espíritos Orientadores criaram um neologismo na tentativa de melhor explicar o assunto. Etimologicamente, o verbo intelectualizar origina-se de intelecto (intellectus do latim) e quer dizer: dar caráter intelectual a; dar forma ou conteúdo racional; elevar algo (um sentimento, uma discussão) à categoria das coisas intelectuais. Por outro lado, “intelligenter” ou “inteligenciar”, caso existissem, respectivamente, no francês ou no português, originaria do vocábulo inteligência (do latim, intelligentia) de diferentes significados.Citemos alguns: inteligência é um substantivo que pode ser entendido como faculdade de entender, de compreender, de conhecer, de aprender; juízo; discernimento; penetração do espírito; conjunto de funções psíquicas e psicofisiológicas que contribuem para o conhecimento ou compreensão das coisas e significado dos fatos; para a Psicologia é a capacidade de apreender e organizar os dados de uma situação, em circunstâncias para as quais de nada servem o instinto, o aprendizado e o hábito; ainda na Psicologia, é a habilidade em tirar partido das circunstâncias; para a Metafísica, é a substância espiritual e abstrata considerada como fonte de toda a intelectualidade.

Entendemos, assim, que intelectualizar a matéria está relacionada, em última análise, à capacidade ou à habilidade de o princípio inteligente conhecer ou compreender a matéria, e, quando em contato com esta, imprime-lhe ajustes e organizações, tantas quantas forem necessárias. A ligação matéria-princípio inteligente é conduzida pela ação dos Espíritos Crísticos diretamente ligados à Inteligência Divina, os quais retiram do fluido cósmico universal os elementos necessários à formação de novas substâncias e novos corpos materiais. Em outro sentido, a ação dos Espíritos Superiores faz que também sejam repercutidas no princípio inteligente, os ajustes e organizações impressos na matéria, de forma que novos aprendizados ocorram igualmente no princípio inteligente e este possa gerar, sucessivamente, matérias em níveis de complexidade inimagináveis. O seguinte esquema resume estas ideias.



Existe uma certa dificuldade em concebermos os princípios material e inteligente atuando, isoladamente, na Natureza. Acreditamos que este foi um dos motivos que levou Kardec a perguntar aos Espíritos Superiores: Essa união é igualmente necessária para a manifestação do espírito? (Entendemos aqui por espírito o princípio da inteligência, abstração feita das individualidades que por esse nome se designam.) É necessária [dizem eles] a vós outros, porque não tendes organização apta a perceber o espírito sem a matéria. A isto não são apropriados os vossos sentidos. (7) Esta resposta nos faz concluir que a nossa condição evolutiva representa um impedimento natural à percepção, mais aprofundada, dos dois princípios gerais existentes no Universo. Parece que a compreensão do assunto requer, não apenas condições intelectivas adiantadas, mas, também, uma organização física mais especializada.

As orientações da Revelação Espírita indicam, em síntese, que há dois elementos gerais do Universo: matéria e espírito, […] e acima de tudo Deus, o criador, o pai de todas as coisas. Deus, espírito e matéria constituem o princípio de tudo o que existe, a trindade universal. Mas, ao elemento material se tem que juntar o fluido universal, que desempenha o papel de intermediário entre o espírito [princípio inteligente] e a matéria propriamente dita, por demais grosseira para que o espírito possa exercer ação sobre ela. Embora, de certo ponto de vista, seja lícito classificá-lo com o elemento material, ele se distingue deste por propriedades especiais. Se o fluido universal fosse positivamente matéria, razão não haveria para que também o espírito não o fosse. Está colocado entre o espírito e a matéria; é fluído, como a matéria é matéria, e suscetível, pelas suas inumeráveis combinações com esta e sob a ação do espírito, de produzir a infinita variedade das coisas de que apenas conheceis uma parte mínima. Esse fluido universal, ou primitivo, ou elementar, sendo o agente de que o espírito se utiliza, é o princípio sem o qual a matéria estaria em perpétuo estado de divisão e nunca adquiriria as qualidades que a gravidade lhe dá. (9)

Reconhecemos, com o Codificador, que os vocábulos matéria e espírito produzem, na nossa linguagem, equívocos de interpretação. Aliás, Kardec até sugeriu denominar os elementos gerais do Universo, respectivamente, de matéria inerte e de matéria inteligente. Os Espíritos Superiores, porém, lhe respondeu dizendo: As palavras pouco nos importam. Compete-vos a vós formular a vossa linguagem de maneira a vos entenderdes. As vossas controvérsias provém, quase sempre, de não vos entenderdes acerca dos termos que empregais, por ser incompleta a vossa linguagem para exprimir o que não vos fere os sentidos. (10)

O certo mesmo é o que constata admiravelmente o lúcido Codificador do Espiritismo: Um fato patente domina todas as hipóteses: vemos matéria destituída de inteligência e vemos um princípio inteligente que independe da matéria. A origem e a conexão destas duas coisas nos são desconhecidas. Se promanam ou não de uma só fonte; se há pontos de contato entre ambas; se a inteligência tem existência própria, ou se é uma propriedade, um efeito; se é mesmo, conforme à opinião de alguns, uma emanação da Divindade, ignoramos. Elas se nos mostram como sendo distintas; daí o considerarmo-las formando os dois princípios constitutivos do Universo. Vemos acima de tudo isso uma inteligência que domina todas as outras, que as governa, que se distingue delas por atributos essenciais. A essa inteligência suprema é que chamamos Deus. (11)



 

ANEXO


TABELA PERIÓDICA ATUAL DE ELEMENTOS QUÍMICOS

[Obs. Posicione o cursor sobre o elemento químico para visualizar seu nome, os links dentro da tabela com informações detalhadas sobre cada elemento só serão acessíveis se houver conexão com a Internet — Fonte W]


1
H

 
2
He
3
Li
4
Be

 
5
B
6
C
7
n
8
O
9
F
10
Ne
11
Na
12
Mg

 
13
Al
14
Si
15
P
16
S
17
Cl
18
Ar
19
K
20
Ca
21
Sc
22
Ti
23
V
24
Cr
25
Mn
26
Fe
27
Co
28
Ni
29
Cu
30
Zn
31
Ga
32
Ge
33
As
34
Se
35
Br
36
Kr
37
Rb
38
Sr
39
Y
40
Zr
41
Nb
42
Mo
43
Tc
44
Ru
45
Rh
46
Pd
47
Ag
48
Cd
49
In
50
Sn
51
Sb
52
Te
53
I
54
Xe
55
Cs
56
Ba
*
 
72
Hf
73
Ta
74
W
75
Re
76
Os
77
Ir
78
Pt
79
Au
80
Hg
81
Tl
82
Pb
83
Bi
84
Po
85
At
86
Rn
87
Fr
88
Ra
**
 
104
Rf
105
Db
106
Sg
107
Bh
108
Hs
109
Mt
110
Ds
111
Rg
112
Uub
113
Uut
114
Uuq
115
Uup
116
Uuh
117
Uus
118
Uuo
57
La
58
Ce
59
Pr
60
Nd
61
Pm
62
Sm
63
Eu
64
Gd
65
Tb
66
Dy
67
Ho
68
Er
69
Tm
70
Yb
71
Lu
89
Ac
90
Th
91
Pa
92
U
93
Np
94
Pu
95
Am
96
Cm
97
Bk
98
Cf
99
Es
100
Fm
101
Md
102
No
103
Lr
Séries químicas da tabela periódica
Metais alcalinos2 Metais alcalinos-terrosos2 Lantanídeos1, 2 Actinídios1, 2 Metais de transição2
Metais Representativos Semimetais Não-Metais Halogênios3 Gases nobres3

1 Actinídios e lantanídios são conhecidos coletivamente como “Metais-terrosos raros”.

2 Metais alcalinos, metais alcalinos-terrosos, metais de transição, actinídios e lantanídios são conhecidos coletivamente como “Metais”.

3 Halogêneos e gases nobres também são não-metais.


Pelo número atômico, facilmente identificamos sua localização na tabela periódica. Assim obtemos:

  • sua massa atômica,

  • sua distribuição eletrônica.


Em tabelas sofisticadas, encontramos:

  • ponto de fusão e ebulição;

  • densidade;

  • eletronegatividade;

  • potencial de ionização, etc.


Cada coluna vertical da tabela periódica agrupa uma família de elementos. Geralmente, aqueles que fazem parte da mesma família apresentam propriedades químicas muito semelhantes. Por meio da tabela periódica, tomamos conhecimento das propriedades químicas e físicas dos elementos, o que facilita os trabalhos de pesquisa e análise químicas. Em resumo: a tabela periódica é o “dicionário da química”, de onde retiramos importantes informações dos elementos para usá-las adequadamente, conforme os parâmetros da linguagem da ciência química, cujos propósitos básicos são a montagem de fórmulas e a elaboração e uso das equações químicas.

Veja informações mais detalhadas sobre cada um dos elementos químicos da Tabela no site: http://www.cdcc.sc.usp.br/elementos/ .



Referências Bibliográficas:

1. KARDEC, Allan. A Gênese. Tradução de Guillon Ribeiro. 48. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Capítulo 6, item 3, p.107.

2. Idem - Item 7, p.109.

3. Id. - Item 10, p.111.

4.  Idem - O Livro dos Espíritos. Tradução de Guillon Ribeiro. 86. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005, questão 23, p. 59.

5. Id. - Questão 24, p. 59.

6. Id. - Questão 25, p. 59.

7. Id. - Questão 25-a, p. 59.

8. Id. - Questão 27, p. 59.

9. Idem, ibidem, p. 59-60.

10. Id. - Questão 28, p. 60.

11. Id. - Questão 28, comentário, p. 60-61.

12. XAVIER, Francisco Cândido e VIEIRA, Waldo. Evolução em Dois Mundos. Pelo Espírito André Luiz. 23. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2003. Primeira parte, Capítulo 1 (Fluido cósmico), item: Co-criação em plano maior, p. 21.

13. Idem - Item: Forças atômicas,  p. 24.

14. Idem -  Item: Luz e calor, p. 25-26.

15. XAVIER, Francisco Cândido. O Consolador. Pelo espírito Emmanuel. 26. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006, questão 4, p. 24-25.

16. Idem, ibidem - p. 25.

Nota — Mônada: No Testamento Kardequiano, esse verbete aparece em: Ci; Re; Re; Re; e no Testamento Xavieriano em:  Edm; Edm; Edm; Edm; Jpv; Li; Pat.


Citação parcial para estudo, de acordo com o artigo 46, item III, da Lei de Direitos Autorais.

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